Please Like Me: uma série para encarar a vida

Há tempos Please Like Me aparecia entre as minhas sugestões da Netflix, mas sempre deixava a série australiana na lista do “quero ver”. Até que em uma madrugada de insônia resolvi dar uma chance.  Quando percebi estava no quarto episódio da 1ª temporada, cantarolando "I'll Be Fine", a música que embala todas as aberturas. A … Continue lendo Please Like Me: uma série para encarar a vida

Jane the Virgin: uma série para chamar de amiga

Por meses, Jane the Virgin acompanhou minhas manhãs. Antes, Gilmore Girls foi minha parceira entre bocejos e goles de café.  Já esperava o amor pelas garotas Gilmore, mas Jane the Virgin, que por muito tempo evitei por conta do título — por que teria interesse na história de uma virgem chamada Jane? — foi uma … Continue lendo Jane the Virgin: uma série para chamar de amiga

Como Kingdom usa a história (e chapéus) para renovar o gênero dos zumbis

Entre seus muitos méritos cinematográficos, Parasita carrega uma análise social que vai direto na ferida — quem não repensou seus comentários sobre um dia de chuva depois do filme não entendeu absolutamente nada. A mesma percepção de Bong Joon Ho sobre as relações sociais na Coreia do Sul ressurge em Kingdom, a série da Netflix … Continue lendo Como Kingdom usa a história (e chapéus) para renovar o gênero dos zumbis

O paradoxo da normalidade

WandaVision é um dos títulos mais promissores da primeira leva de séries do Marvel Studios destinada ao Disney+. Situada após os eventos de Vingadores: Ultimato, vai mostrar a Feiticeira Escarlate criando a ilusão de uma vida normal para esquecer a morte do Visão (veja o teaser aqui). Essa busca por normalidade, não por acaso, é … Continue lendo O paradoxo da normalidade