Please Like Me: uma série para encarar a vida

Há tempos Please Like Me aparecia entre as minhas sugestões da Netflix, mas sempre deixava a série australiana na lista do “quero ver”. Até que em uma madrugada de insônia resolvi dar uma chance.  Quando percebi estava no quarto episódio da 1ª temporada, cantarolando "I'll Be Fine", a música que embala todas as aberturas. A … Continue lendo Please Like Me: uma série para encarar a vida

Jane the Virgin: uma série para chamar de amiga

Por meses, Jane the Virgin acompanhou minhas manhãs. Antes, Gilmore Girls foi minha parceira entre bocejos e goles de café.  Já esperava o amor pelas garotas Gilmore, mas Jane the Virgin, que por muito tempo evitei por conta do título — por que teria interesse na história de uma virgem chamada Jane? — foi uma … Continue lendo Jane the Virgin: uma série para chamar de amiga

Teste do Tempo: Como a postura diplomática de X-Men – O Filme levou a uma nova era dos heróis no cinema

Conheci os X-Men pela série animada, que amava em todas as suas cores e visuais mirabolantes (cantava a musiquinha de abertura, queria ser a Vampira, adorava a Tempestade e, confesso, desenvolvi uma certa paixonite pelo Gambit). Porém, apesar do sucesso dessa versão inspirada na arte de Jim Lee ter motivado a produtora Lauren Shuler Donner … Continue lendo Teste do Tempo: Como a postura diplomática de X-Men – O Filme levou a uma nova era dos heróis no cinema

Como Kingdom usa a história (e chapéus) para renovar o gênero dos zumbis

Entre seus muitos méritos cinematográficos, Parasita carrega uma análise social que vai direto na ferida — quem não repensou seus comentários sobre um dia de chuva depois do filme não entendeu absolutamente nada. A mesma percepção de Bong Joon Ho sobre as relações sociais na Coreia do Sul ressurge em Kingdom, a série da Netflix … Continue lendo Como Kingdom usa a história (e chapéus) para renovar o gênero dos zumbis

Filmografia comentada: Spike Lee

Faça a Coisa Certa [📸 Anthony Barboza/Getty Images] Estudar a obra de um artista em ordem cronológica é uma das melhores formas de entender a construção do seu imaginário. Vida pessoal, momento histórico e influências se acumulam, misturam e transformam na criação de uma assinatura. Do primeiro trabalho ao mais recente é possível acompanhar essa … Continue lendo Filmografia comentada: Spike Lee

Teste do tempo: De Volta para o Futuro

A temática da viagem no tempo costuma causar dor de cabeça. Uma angústia compartilhada pelos criadores da história, que precisam criar regras e antever inconsistências, e pelo público, que se vê obrigado a buscar sentido no que está lendo/vendo. Essa é a atual experiência com Dark. Assim que a terceira temporada da série alemã chegou … Continue lendo Teste do tempo: De Volta para o Futuro

O que aprendi vendo (e revendo) Priscilla, a Rainha do Deserto

Um dos meus filmes preferidos é Priscilla, a Rainha do Deserto, a história da viagem  pelo interior da Austrália de duas drag queens (Tick/Mitzi interpretado por Hugo Weaving, e Adam/Felicia, interpretado por Guy Pearce) e uma transexual (Bernadette, interpretada por Terence Stamp). Devo tê-lo visto pela primeira vez pela TV quando tinha por volta de … Continue lendo O que aprendi vendo (e revendo) Priscilla, a Rainha do Deserto

O paradoxo da normalidade

WandaVision é um dos títulos mais promissores da primeira leva de séries do Marvel Studios destinada ao Disney+. Situada após os eventos de Vingadores: Ultimato, vai mostrar a Feiticeira Escarlate criando a ilusão de uma vida normal para esquecer a morte do Visão (veja o teaser aqui). Essa busca por normalidade, não por acaso, é … Continue lendo O paradoxo da normalidade

Saí do Omelete e outras histórias

Quando você faz algo por muito tempo apenas uma realidade parece possível. Qualquer mudança se torna um questionamento da própria existência, o que a quarentena escancarou em escala global. Ao comprometer aquilo que era considerado “normal", as dores da pandemia — e tantas outras que passaram a ser rotina — geraram todo tipo de reação … Continue lendo Saí do Omelete e outras histórias

A nova era das Big Bands

Populares durante a chamada “Era do Swing”, do começo dos anos 30 até final dos anos 50, as big bands consistem em grandes formações de 10 a 25 músicos, incluindo saxofonistas, trompetistas, cantores e uma seção rítmica (que pode incluir piano, guitarra, baixo e bateria). Ao contrário dos pequenos grupos de jazz, em que a maioria das … Continue lendo A nova era das Big Bands